Para a criança

A criança pratica.
O dado nasce do que ela faz.

O Fracta Spark é a superfície digital da criança dentro do ecossistema Fracta. O terapeuta configura o treino a partir dos próprios estímulos; a criança executa; cada tentativa fica registrada com o que foi apresentado, o que ela escolheu e quanto tempo levou.

Em desenvolvimento
O Spark está em construção e ainda não tem entrada própria. Hoje ele é acessado pelo link que o terapeuta gera dentro do FractaClinic.
Funciona hoje

Treino enviado pelo terapeuta.

O terapeuta monta a matriz de estímulos no FractaClinic, escolhe o que é modelo e o que é comparação, e envia. Não há conteúdo genérico: o treino usa os estímulos daquele caso.

Treino de emparelhamento (MTS)
O terapeuta escolhe uma matriz de estímulos, define o modelo e as comparações, e envia. A criança executa na tela.
Reforço planejado, não decorativo
Pontos, sequência de acertos e conquistas seguem a configuração do envio — o reforço é parâmetro clínico, não enfeite.
Registro por tentativa
Cada tentativa grava estímulo apresentado, resposta escolhida, acerto ou erro e latência em milissegundos.
O que vem a seguir

De um treino avulso para uma central.

Nada abaixo está disponível. Está listado porque é o que está sendo construído — e porque prometer menos do que se entrega é preferível ao contrário.

Central de recursos da criançaEm desenvolvimento
Um lugar só, com os treinos que o terapeuta enviou e uma biblioteca padrão aberta para prática livre.
Recursos de condicionamentoEm desenvolvimento
Pareamento e ampliação de repertório de reforçadores, além de prática de manutenção e generalização.
Retorno ao acompanhamento clínicoEm desenvolvimento
O que a criança produz no Spark volta ao terapeuta como evidência, preservando origem, executor e contexto.
Medida de independênciaEm desenvolvimento
Registro do nível de ajuda usado, para que o treino digital seja lido pelo critério de domínio da plataforma — e não por acurácia isolada.
Por que não é um app de joguinhos

Prática livre e intervenção não são a mesma coisa.

Um treino prescrito tem uma decisão clínica atrás dele: um objetivo, um critério e um terapeuta responsável. O que a criança produz ali volta ao acompanhamento como evidência.

Um item praticado livremente na biblioteca não tem isso — e não vai ser tratado como se tivesse. Os dois convivem na mesma tela para a criança, e permanecem separados no dado. É essa separação que impede o sistema de declarar progresso onde houve apenas repetição.

O Spark vem do trabalho do terapeuta.

Os treinos nascem das matrizes de estímulo montadas no FractaClinic. É por lá que se começa.

Conhecer o FractaClinicVer o ecossistema completo