O Fracta Spark é a superfície digital da criança dentro do ecossistema Fracta. O terapeuta configura o treino a partir dos próprios estímulos; a criança executa; cada tentativa fica registrada com o que foi apresentado, o que ela escolheu e quanto tempo levou.
O terapeuta monta a matriz de estímulos no FractaClinic, escolhe o que é modelo e o que é comparação, e envia. Não há conteúdo genérico: o treino usa os estímulos daquele caso.
Nada abaixo está disponível. Está listado porque é o que está sendo construído — e porque prometer menos do que se entrega é preferível ao contrário.
Um treino prescrito tem uma decisão clínica atrás dele: um objetivo, um critério e um terapeuta responsável. O que a criança produz ali volta ao acompanhamento como evidência.
Um item praticado livremente na biblioteca não tem isso — e não vai ser tratado como se tivesse. Os dois convivem na mesma tela para a criança, e permanecem separados no dado. É essa separação que impede o sistema de declarar progresso onde houve apenas repetição.
Os treinos nascem das matrizes de estímulo montadas no FractaClinic. É por lá que se começa.